Escrito por: Redação Ademicon

Imóveis, 7 minutos de leitura • Publicado em: 26/09/2025

Investir em imóveis: quando vale a pena e como começar?

A Ademicon te ajuda a entender como o mercado se movimenta, para escolher a hora certa de investir em imóveis. Leia agora!

Investir em imóveis: quando vale a pena e como começar?

Para começar a investir em imóveis é necessário definir os seus objetivos, conhecer os tipos de aplicação existentes e principalmente o movimento do mercado. Com tudo isso, fica mais fácil saber quando o investimento é bom para o seu bolso.   A Ademicon preparou este conteúdo guia completo, com os principais índices, fases do setor e o passo a passo para você começar. Acompanhe e boa leitura!  

Quando vale a pena investir em imóveis?

O investimento vale a pena quando a sua busca é por segurança, valorização de médio e longo prazo e proteção do seu capital. Também é importante analisar se o momento do mercado é favorável e compatível com o seu momento financeiro, e se os imóveis disponíveis combinam com o seu objetivo para eles. A dica é sempre considerar:  

  • Se é possível comprar o imóvel abaixo do valor de mercado com bom desconto, seja por conhecer o cenário imobiliário ou por ser uma região com potencial de crescimento;
  • •Avaliar as ofertas de leilão que podem ter preços mais baixos, mas exigem mais cuidado e análise sobre a sua rentabilidade;
  • Considere o crescimento da cidade para investir, cidades em expansão populacional ou com muitas vagas de trabalho tendem a valorizar mais os imóveis.

A aplicação em imóveis também compensa para diversificar a sua carteira e reduzir o risco global dos seus investimentos, porque é uma proteção contra a desvalorização de outros ativos, já que a demanda por moradia é constante.

Tipos de investimento e suas vantagens

O principal é a compra de imóveis para venda ou para alugar, além dos Fundos de Investimento Imobiliário (FIIs) e os Títulos de Crédito Imobiliário (Renda Fixa). Vamos conhecer em detalhes cada um deles:

Compra Direta de Imóveis Físicos

É a compra do imóvel por consórcio, financiamento ou particular para alugar depois. A vantagem está na geração de renda passiva que pode aumentar com o tempo conforme a valorização da casa, do apartamento ou da sala comercial e o reajuste de aluguel. Em contrapartida, pode ser difícil vender rapidamente e você também é responsável pelos custos de impostos e manutenções.

Fundos de Investimento Imobiliário - FIIs

Reúne o dinheiro de várias pessoas para investir em imóveis ou em ativos relacionados e dá direito às cotas do patrimônio que vêm do aluguel, se é um fundo de tijolo, ou de ativos financeiros (como os FIIs e CRIs), se é um fundo de papel. É vantajoso porque permite a aplicação com valores menores do que o de compra direta e é administrado por gestores especializados, mas está sujeito ao desempenho do mercado, que influencia nas cotas.

Quanto rende R$ 1.000,00 em fundos imobiliários por mês?

Depende do Dividend Yield (DY) ou rendimento em dividendos de cada fundo. Ele não é fixo e varia conforme a distribuição de dividendos dos aluguéis de imóveis que o fundo tem. Então, se você quiser saber “quanto rende 10 mil em ações imobiliárias”, precisa entender primeiro o rendimento do seu Fundo e multiplicar pelo seu investimento. Por exemplo: se o DY for de 1,00% ao mês e você investiu os R$ 1.000,00, então o seu rendimento será de R$ 10,00/mês. 

Títulos de Crédito Imobiliário (Renda Fixa)

São as  Letras de Crédito Imobiliário - LCI e os Certificados de Recebíveis Imobiliários - CRI. No primeiro, você empresta dinheiro ao banco para financiar imóveis e recebe um papel (letra) com a promessa de devolução do dinheiro para você com juros, depois de um prazo combinado. Já o CRI é um título emitido por uma seguradora e representa o pagamento que as construtoras, incorporadoras e bancos vão receber dos clientes que financiaram os imóveis. Nos dois, a vantagem é serem previsíveis e seguros, com isenção no imposto de renda. Por outro lado, não acompanham a inflação e em momentos de alta, o retorno pode não ser igual. Além das opções, conhecer as mudanças de mercado também ajuda a ter o imóvel como investimento rentável. Siga a leitura!  

As fases do mercado imobiliário

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Antes de investir no mercado imobiliário, conheça todas as suas fases e como influenciam na sua aplicação.

Antes de investir no mercado imobiliário, conheça todas as suas fases e como influenciam na sua aplicação.

  O resultado do seu investimento em imóveis é influenciado pela flutuação que representa os ciclos de alta e baixa valorização, divididos em: recuperação, expansão, superoferta (ou recessão) e estagnação (ou recuo). Funciona assim:  

Recuperação

Retomada depois de um período de baixa, com o número de vendas e a procura pelo crédito imobiliário aumentando gradualmente. É uma oportunidade de investir em imóveis por valores mais acessíveis.

Expansão

O setor já ganhou força. É uma boa fase para investir no mercado imobiliário porque os preços estão valorizados, os juros mais baixos e há incentivo à construção.

Superoferta

Conhecida como recessão, a oferta começa a ser maior que a demanda e uma quantidade grande de imóveis fica à venda. Os preços estabilizam ou caem e o mercado fica mais cauteloso e flexível. Para quem quer fazer investimento em imóveis, é o momento de negociar aluguéis mais vantajosos.

Estagnação

O mercado desaquece e cresce a quantidade de imóveis parados e sem venda. Os compradores estão cuidadosos e até a construção desacelera. Neste momento, ao investir em imóveis, foque em locações com condições especiais para garantir geração de renda, porque o mercado está se preparando para a próxima recuperação.

Quais são os índices que devo acompanhar?

Alguns dos principais índices para acompanhar são:

  • • IGP-M: para acompanhar o reajuste de aluguel e contratos;
  • • IPCA: índice oficial da inflação e medido pelo IBGE;
  • • INCC: Índice Nacional de Custo da Construção que influencia os custos de insumo e mão de obra;
  • • FipeZAP: monitora a variação de preços dos imóveis residenciais e comerciais;
  • • IFIX: mostra o desempenho médio dos Fundos de Investimento na B3 (Bolsa de Valores);
  • • Taxa Selic: a taxa básica de juros que influencia os financiamentos imobiliários;
  • • CUB: Custo Unitário Básico da Construção Civil que indica o custo básico por metro quadrado de uma obra;
  • • VGV e VGL: indicativos do Volume Geral de Vendas e Volume Geral de Vendas com Vendas e Distratos, para acompanhar o desempenho de novos negócios do setor;
  • • Taxa de Vacância: calcula a proporção de imóveis desocupados no mercado, para indicar a oferta e demanda.

Com todas essas informações, o próximo passo é colocar tudo em prática!  

Investir em imóveis: passo a passo para começar

Comece com uma organização completa das suas finanças: quanto de renda entra e sai, quanto sobra por mês e qual valor é possível destinar para a aplicação, independentemente do modelo. Criar uma planilha de controle dos gastos te ajuda nessa missão.  

Planeje-se com a Planilha de Organização Financeira da Ademicon!

Depois, você pode seguir as etapas abaixo:

  1. Estudar o mercado: para descobrir a melhor opção no momento;
  2. Definir o seu objetivo: geração de renda mensal ou valorização de longo prazo para venda;
  3. Manter uma reserva de emergência: para custos da compra, impostos, manutenção e imprevistos;
  4. Escolher o formato de investimento: compra direta, um Fundo, títulos de crédito ou mesmo o consórcio de imóveis;
  5. Analisar as opções de imóvel: para escolher o mais alinhado ao seu objetivo.

 Como o consórcio ajuda no investimento imobiliário?

O consórcio é um modelo de investimento sem juros e sem entrada, que dá acesso aos  imóveis com muito mais economia do que um financiamento, além de garantir mais poder de compra, já que com o crédito, o pagamento é feito à vista com margem para negociação. É uma maneira de se planejar com mais tranquilidade ao investir em imóveis, porque a compra é programada: você escolhe o valor e o prazo de pagamento, contribui mensalmente com as parcelas e, ao ser contemplado, faz a compra do imóvel para vender, alugar ou investir em geração de renda na aposentadoria.

 Em quais tipos de imóveis consigo investir como consórcio?

Investir em imóveis é uma decisão que pode trazer bons frutos no futuro; basta aproveitar o conhecimento que trouxemos hoje na hora de começar. Conte com o consórcio de imóveis da Ademicon para um investimento mais seguro. Gostou do conteúdo? Leia mais no nosso blog!

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